5.10.08

Utopia

Por mais convicção que houvesse, a raiva veio com a frustração, querendo ou sim, provocada. Planos não são necessariamente sonhos; sonhos não são necessariamente utopias; utopias não tem de ser utópicas e a destruída poderia ter sido um plano bem sucedido. Poderia.

Às vezes eu me importo. Às vezes, só às vezes, eu deixo as coisas pararem numa parede. Mas não a parede que é o negativismo; não nessa. Só tijolos reais poderiam parar minhas intenções. Ainda assim, gritaria minhas palavras para quemquer que estivesse do outro lado. E eu pararia, sem minhas convicções. E minhas convicções seguiriam, sem mim. "V de Vingança"?

Vingança nem é minha intenção.

Minha intenção é apenas deixar claro que minha intenção de fato intenciona algo! Algo maior. Algo real!

Então todos esses nãos pairam deduzindo que eu não posso seguir, pensar, fazer. Me dizem que não há o que eu penso que há. Não há o que eu quero que haja. Não há como mudar. Não mude. Não tente. Não experimente. Não há.

KADICHARI M.

criado por kadichari    13:17 — Arquivado em: Reflexões

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